O Meu Amor Virá de Comboio




Nov 2019
Incubadora — Viseu
Sala Estúdio



20 qua - 14:30
Escolas

21 qui / 22 sex - 10:30 / 14:30
Escolas / Instituições

23 sáb - 16:30 / 21:30
Público geral

24 dom - 11:00
Público geral


Workshop
Modelismo e Comboios
24 dom - 15:00
Público geral
Com APAC: Fernando Pedreira, Carlos Lima


Dez 2019
Estações de Viseu


05 Figueiró - 14:30
Escola Primária de Vil de Soito

06 Farminhão - 21:00
Clube Farminhão

07 Torredeita - 21:00
Clube Torredeita


O Comboio está de volta a Viseu!


Baseado nas histórias dos trabalhadores da linha e na literatura de viagens, este espetáculo é um mergulho na magia dos comboios. À boleia de um modelo de comboio à escala vamos à descoberta da Linha do Dão, um fio de memória que desvenda uma história de amor. Que também é um poema dedicado ao caminho-de-ferro.

O Projeto “O Meu Amor Virá de Comboio” é a criação de um espetáculo teatral para público em geral (familiar e infanto-juvenil ) sobre o universo dos comboios. Foi criado em Viseu mas com a perspetiva de circular por outras cidades e localidades portuguesas.
Quisemos incentivar e desenvolver a curiosidade pelos comboios e ao mesmo tempo explorar o universo do modelismo ferroviário. Para isso fomos falar com pessoas de Viseu ligadas aos comboios e fomos atrás das suas histórias que estão na dramaturgia deste espectáculo. Contamos com a cumplicidade das gentes de Torredeita, Farminhão, Figueiró e Vil de Souto, e a preciosa ajuda dos seus presidentes de junta. Essas histórias vão estar disponíveis brevemente nas redes e sociais e no site da Ritual de Domingo. Vai chamar-se “No Centro da Linha” e convidamos desde já as pessoas a pesquisarem no Facebook e no Instagram da Ritual de Domingo e deixarem as vossas histórias e um foto (opcional).
O Comboio é Sonho.
Por outro lado quisemos ir mais além e investigar a relação entre o universo do comboio e a arte, relacionar a literatura de viagem com o elemento comboio. Desenvolvemos o espetáculo a partir da construção de modelo de comboio, (com linha ferroviária, estações, povoações e paisagem circundante) em interação com dois intérpretes, em grande proximidade com o público. Foi criada uma dramaturgia para o espectáculo onde as várias ideias propostas (o comboio e Viseu, a arte e o comboio, a história e o comboio, a literatura e o comboio, o mundo do modelismo) se interliguem, dando relevo aos seguintes elementos: a poesia e a magia, a viagem como modo de ligação com o outro (distante, diferente, desconhecido), a sustentabilidade nos meios de transporte, a literatura como fonte de inspiração.



Viseu: Uma história com comboio


A história do comboio em Viseu fez-se de altos e baixos, com os seus momentos de glória. O inicialmente chamado Ramal de Vizeu foi construído pela Companhia Nacional de Caminhos de Ferro, e inaugurado a 24 de novembro de 1890. A estação ficava a cerca de 2 km do centro da cidade e por isso foi aberta a Avenida da Estação que ligava o Rossio à Estação em apenas 800m. Em 30 de janeiro de 1905, Bernardino Machado, por ocasião da inauguração do primeiro centro republicano em Viseu, fez um discurso da janela do comboio à chegada a Viseu, dirigido à multidão que o aguardava no comboio da meia-noite.
Durante os primeiros anos da República diversas vezes foi exigida a construção de outras linhas que colmatassem a falta de ligação entre Viseu e outros centros importantes (como o Porto, por exemplo) e que também facilitasse a ligação entre os vários aglomerados populacionais, uma vez que Viseu se encontrava em franco desenvolvimento. Vários Presidentes de Câmara, o Sindicato Agrícola de Nelas, a Associação Comercial de Viseu, a Liga dos Agricultores da Beira, e outros, manifestaram-se várias vezes e de diferentes modos para conseguirem que os planos de alargamento das vias ferroviárias de concretizassem. Durante as primeiras três décadas do século XX houve várias tentativas de avançar com a construção de novas vias e ligações, mas por um motivo ou por outro, os planos teimavam em arrancar, e a rede ferroviária na zona ficou sempre muito deficitária. Entretanto com o desenvolvimento do transporte rodoviário, o comboio passou ainda mais para segundo plano e as duas únicas linhas que faziam ligação a Viseu (a linha do Vouga e a linha do Dão) acabaram por ser encerradas definitivamente em 1990. Mas para uma cidade das dimensões de Viseu, esta lacuna acaba por ser sentida a vários níveis. O comboio assume, deste modo, as características de um sonho por realizar. Fica ainda a aura de nostalgia que sempre se cria em situações deste género, que toma corpo na célebre frase: “no tempo em que… havia comboio em Viseu”. É esse potencial não realizado que nos interessa usar, como uma chave de entrada para o mundo do “e se…?”, raiz de todo o jogo teatral.

Um comboio não é apenas um comboio


Comboio é viagem - viagem para longe, para o desconhecido, para uma nova aventura, para uma nova vida. Mas também é regresso - regresso a casa, aos que amamos e esperam por nós, às paisagens familiares que fogem no ecrã das grandes janelas rectangulares.
Em Viseu, comboio é memória, história, saudade.
Comboio é tempo e espaço para ler, para escrever, para pensar, para sonhar outras viagens.
Comboio é som que nos enche de emoções, memórias e imagens - banda sonora de infância longínqua.
Comboio é brinquedo, é natal, é gargalhada infantil.
Comboio é fantasia que leva a bordo Hèrcule Poirot, Harry Potter, Júlio Verne e Anna Karenina.
Comboio é encontro e desencontro
é despedida é abraço
é enamoramento
é guerra é emigração
é potência é revolução
é indústria é velocidade
é cosmopolitismo é mundanidade
é sentirmo-nos todos em pé de igualdade



+ info


Encenação / Dramaturgia
Sónia Barbosa

Interpretação
Hugo Sovelas
Joana Pupo
Participação especial
Cristina Ferrão
Cenografia / Figurinos
Ana Limpinho
Luz
Cristóvão Cunha
Design / Comunicação
Nuno Rodrigues
Ilustração
Rosário Pinheiro
Apoio à Construção
António Quaresma 
Vídeo / Fotografias de cena
Luís Belo
Consultor Histórico
Fernando Pedreira (APAC)  
Produção / Operação Técnica
Cristina Ferrão
Contabilidade
Contraponto

Agradecimentos
Patrícia Mateiro, Paulo Meneses, Aurélio Pereira Lourenço, Francisco Alexandrino, Moradores entrevistados de Figueiró, Torredeita e Farminhão, Associados da APAC, Museu Ferroviário de Macinhata do Vouga, Museu Ferroviário de Sernada, Sr. Lino Dias, Professor José Manuel Figueiredo, 

Apoios
Viseu Cultura
Município de Viseu
NACO
APAC - Associação Portuguesa dos Amigos do Caminho-de-Ferro
União de Freguesias Boa Aldeia, Farminhão e Torredeita
Junta de Freguesia de São Cipriano e Vil de Soito
Contraponto


CONTACTOS:
Direção Artística
e Encenação:
Sónia Barbosa
938 301 481

Produção
Cristóvão Cunha
938 049 553

Imagem
Nuno Rodrigues
936 287 152


BIOGRAFIAS DA EQUIPA ARTÍSTICA E TÉCNICA

Cristóvão Cunha
Direcção do Projecto/ Direcção Técnica
Licenciado em Comunicação Social na ESEV e Comunicación Audiovisual em Salamanca. Começou no Teatro da Academia de Viseu em 97 e iniciou o percurso profissional no Teatro Viriato em 2000.
Actualmente director técnico das digressões de Happy Island (La Ribot + Dançando com Diferença), Companhia Paulo Ribeiro, Produções Independentes, Jardins Efémeros e Yola Pinto.
Tem colaborado em desenhos de luz de vários criadores de dança ou teatro como Paulo Ribeiro, Rui Catalão, Madelena Vitorino, Miguel Castro CaldasCircolando, John Mowat, Romulus Neagu, Filipa Francisco, Víctor Hugo Pontes, Patrick Muryes, Graeme Pullyen, Ferloscardo, Yola Pinto, Emanuela Guaiana, Pieter Michael Dietz, Leonor Keil, Giacomo Scalisi, Jorge Fraga, Sónia Barbosa, Olga Roriz, Eric Moed, Tânia Carvalho, Teatro do Vestido, Teresa Gentil, Amarelo Silvestre, La Ribot para o grupo Dançando com a Diferença, entre outros. Colabora pontualmente nas digressões de Marlene Freitas.

Membro do Cine Clube de Viseu desde 1997. Membro Fundador da associação Ritual de Domingo e actual vice-presidente. Encenador de peças e director artístico do Palco para Dois ou Menos desde 2005.
__

Sónia Barbosa
Encenação e dramaturgia

Actriz, encenadora e docente, licenciada em Estudos Teatrais/Interpretação na Escola Superior de Música e das Artes do Espectáculo do Porto, em 1999. Actualmente desenvolve Doutoramento em Estudos de Teatro na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, com o "Projecto Karamázov". É artista associada do Teatro Viriato desde 2011.
Como actriz trabalha em Portugal e em Itália (onde viveu entre 2002 e 2009) sob a direcção de Pierre Voltz, Nuno Cardoso, Andrej Sadowsky, Saguenail, Graeme Pulleyn, Rafaela Santos, Joana Craveiro, Marta Pazos, Fortunato Cerlino, Francesco Saponaro, Luciano Melchionna, Emanuela Guaiana, Cristina Pezzoli, Madalena Victorino, Giacomo Scalisi, Rogério de Carvalho, Nuno Nunes, entre outros. Em inúmeros projectos como: “Da imortalidade”, a partir do épico de Guilgamesh, direcção Nuno Nunes (Propositário Azul/Teatro da Cornucópia, 2015); “O que é que o pai não te contou da guerra” de Fernando Giestas, encenação Rogério de Carvalho (Amarelo Silvestre/TNSJ, 2015); “Esta é a minha cidade e eu quero viver nela”, direcção Joana Craveiro (Teatro do Vestido/Teatro Viriato, 2013); “Microglobo”, a partir de Shakespeare, direcção Graeme Pulleyn (Teatro Mais Pequeno do Mundo, 2014); “Antagediagone” a partir de Antígona, de Emanuela Guaiana (Festival di Armunia, Itália, 2009); “Lo zio Vanja” de Anton Tchekhov, encenação Fortunato Cerlino (Teatro India, Roma, Itália, 2005), entre outros.
É responsável pelas encenações de Estilhaços a partir de A. Tchekhov (Projecto OFF - 2009), Os malandros a partir de Bertolt Brecht (Projeto OFF - 2011), Um Sonho a partir de W. Shakespeare (Projecto OFF - 2013), Crime e Salvação a partir de Marguerite Yourcenar, (Naco – 2009), Pinóquio a partir de Carlo Collodi, (Companhia Paulo Ribeiro/Teatro Viriato – 2010), Eira a partir de Ana de Castro Osório e Vergílio Ferreira (Naco – 2011), ÁrvoreSer a partir de Ítalo Calvino (Teatro Viriato – 2012), Babel de Letizia Russo (Propositário Azul – 2013), Dentro a partir de A. Tchekhov (Jardins Efémeros - 2014), Ivan ou a Dúvida, a partir de F. Dostoiévski (Ritual de Domingo/Teatro Viriato - 2017), entre outros.
Orienta laboratórios e aulas de teatro e expressão dramática em vários contextos desde o ano de 2000 (Câmara M. Sta. Mª da Feira, Associazione Historia-Roma, Universidade de Génova, Lugar Presente/Companhia Paulo Ribeiro, Teatro Vi¬riato, APPDA-Viseu, Associação Naco, Fundação Lapa do Lobo, etc.). Orientou a Formação de Expressão Dramática/Teatro do Programa de Educação Estética e Artística da DGE, entre 2010 e 2016 na área de Viseu. Actualmente é docente na área do teatro na Escola Superior de Educação de Viseu e na escola Lugar Presente em Viseu.
__
Hugo Sovelas
Intérprete

Licenciado em Teatro, Ramo de Actores e Encenadores, pela Escola Superior de Teatro e Cinema – Instituto Politécnico de Lisboa, participou na XI International Session of ISTA – International School of Theatre Antropology, com direcção de Eugénio Barba. Ao longo da sua formação passou por seminários com Living Theater, Odin Teatret, Marion Gough e Riccardo Mallus.
Desde 1998 que tem vindo a desenvolver o seu trabalho como actor e encenador Trabalhou em várias estruturas como Teatro Praga, Gato que Ladra, Teatro da Trindade, Projecto Ruínas, Cendrev, Teatro Novo do Brasil, entre outros projectos pontuais.
Foi programador cultural na Câmara Municipal de Montemor-o-Novo (2001/07) e produtor executivo do Espaço do Tempo, com direcção artística de Rui Horta (2001/02).
Foi professor contratado, no Agrupamento de Escolas de Vialonga, leccionando Expressão Dramática aos 1º, 2º e 3º ciclos do Ensino Básico e Curso de Educação e Formação de Adultos (2005/10).
É membro da Direcção da Propositário Azul – Associação Artística desde 2003.
Ao longo dos últimos vinte anos tem vindo a desenvolver actividade como formador / director de actores junto de várias estruturas e associações.
Integra a rede Voyages du Geste (Kaïros Danse ASBL – Bélgica, Cie Subito Presto / association Trisunic – França, Association Còrai – Itália, Association Khayal – Libano, Théâtre Al Harah – Palestina e Propositário Azul – Portugal).
__

Joana Pupo
Intérprete
Mestre em Teatro - Artes Performativas, pela Escola Superior de Teatro e Cinema. Licenciada em Filosofia pela FCSH/Universidade Nova de Lisboa, termina com o trabalho final “o ator, o corpo e o sentido [o trabalho do ator como ato poietico]”. Formou-se no Estúdio Nancy-Tuñon/Formação do Ator, em Barcelona, entre 1999 e 2002. Fez formação e integrou a direção do TEUC (Teatro dos Estudantes da Universidade de Coimbra), entre 1996 e 1999.
Selecionada, em 2005, para a Nouvelle Ecole des Maîtres, estágio com o encenador Carlo Cecchi, volta a colaborar com a Ecole des Maîtres como assistente-tradução dos encenadores Pippo Delbono (It.) e Enrique Diaz (Br.).
Como intérprete, trabalha em Portugal e Espanha em diversos projetos e companhias, como: Artistas Unidos, Inestética, Marionet, Propositário Azul, Voa Dora (es), Teatro de Cerca (es), Teatro de Montemuro e Companhia da Esquina. Trabalhou ainda em Itália com o Teatro Stabile delle Marche.
Como criadora, destaca: a peça a solo A Fuga de Wang-fô (2006-10, Portugal), a colaboração com Márcia Lança em Hapinness and Misery (2014, Teatro Nacional de Riga) e com Inês de Carvalho e a Sonoscopia a peça O Que É Uma Coisa É (2015, PAC Guimarães). Como colaboradora da coreógrafa Marina Nabais, cria a peça CORPO-MAPA-LIVRO (2016-18) e faz consultoria para o solo Na Ausência do Meu Corpo (2017).
Encena com Catarina Santana a peça Vosch-Vusch, Um Bosque em Marcha, para o TEUC (Menção Honrosa, FATAL’11). Dirige a peça dos Finalistas de Licenciatura em Artes Performativas, da ESTAL, em 2016, no Teatro da Comuna e dirige Antígona e A Terrível Inocência para a EVOE - Escola de Actores (Teatro do Bairro, 2018).
Foi professora na ESTAL (Escola Superior de Tecnologias e Artes de Lisboa), entre 2009 e 2017. Integra atualmente os grupos docentes da EVOÉ - Escola de Actores, do Curso Profissional de Artes Performativas do IDS (coord. Maria do Céu Guerra/Barraca). Tem colaborado com diversos contextos pedagógicos como o CEM (Centro Em Movimento), ForumDança, CorpoDeHoje, Madalena Victorino/dgartes, LEC/Mestrado de Artes Cénicas da Universidade NOVA, entre outros.
É membro da SEE (SITI Extended Ensemble) e segue os treinos Suzuki e Viewpoints com a SITI Company (Nova Iorque), desde 2010. Criou em 2017 o Extended Ensemble, um encontro internacional de actores que usam estes Métodos na sua actividade artística e pedagógica.
__
Ana Limpinho
Espaço Cénico e Figurinos
Bacharelato em Realização Plástica do Espectáculo pela Escola Superior de Teatro e Cinema, ano de 1999; Licenciatura em Design de Cena pela ESTC, ano de 2008.
Como cenógrafa e/ou figurinista colaborou com as companhias Teatro do Montemuro (encenações de Graeme Pulleyn, Abel Neves, Paulo Duarte, Peter Cann, Gil Nave, Steve Johnstone e José Carretas), Teatro Meridional (encenação de Miguel Seabra) e Comédias do Minho (encenações de João Pedro Vaz e Tânia Almeida) e com os encenadores André Amálio, Cláudia Chéu, Cristina Carvalhal, Francisco Salgado, Gonçalo Amorim, Hugo Sovelas, Joana Furtado, Jorge Listopad, Luís Gaspar, Luca Aprea, Nuno Nunes, Maria João Miguel, Miguel Sopas, Pedro Lacerda, Rute Rocha, Sónia Aragão, Sónia Barbosa e Tonan Quito.
Implantação cenográfica para os projectos de exposições de fotografia contemporânea em espaço público Ente Margens – O Douro em Imagens, desenvolvido na Região do Douro de 2011 a 2013, e Flâneur – Novas Narrativas Urbanas, desenvolvido em onze cidades europeias de 2015 a 2017, direcção artística de Nuno Ricou Salgado/ Procur.arte.
__
António Quaresma
Construção de modelo comboio/ maquinaria

Nasceu e viveu nos subúrbios de Lisboa até à maioridade, altura em que rumou ao Porto para completar os seus estudos na área da talha e marcenaria, tendo trabalhado vários anos em restauro de mobiliário e talha dourada.
Sofrendo de indecisão vocacional crónica descobriu no Teatro uma actividade de muitas profissões.
Trabalha desde 1994 no Teatro Nacional de São João (TNSJ) onde exerce funções como Responsável da Maquinaria de Cena do Teatro Carlos Alberto (TeCA) e paralelamente tem colaborado em projectos de várias áreas performativas.
Actualmente é também formador da disciplina de Maquinaria na Academia Contemporânea do Espectáculo (ACE). Tosquia cavalos para descontrair.
__
Nuno Rodrigues
Responsável de imagem e comunicação

Formado em Design, em 2003, pela Universidade de Aveiro, funda com João Garcia o atelier de design ‘DPX’. Assegurando a comunicação gráfica de agentes culturais como Teatro Viriato, Cia Paulo Ribeiro, Cine Clube de Viseu, Comum – Rede Cultural, Lugar Presente, entre outras companhias independentes.
Envolvem-se também na criação de identidades e comunicação para municípios, candidaturas autárquicas e empresas, incluindo a criação e paginação do Jornal do Centro (até 2005) e na sua refundação em 2014 (até 2016).
Individualmente, participou na comunicação e co-produção de vários projectos culturais, pontual e/ou regularmente, como Jardins Efémeros (Pausa Possível), VistaCurta e Cinema na Cidade (CCV), Cult.Urb e Solos & Solidão (Carmo’81), Mina e Canas 44 (Amarelo Silvestre), Palco Para Dois ou Menos (Naco), Obj Art Lab (João Dias), Viseupédia e Museu do Falso (Projecto Património), Projecto Karamázov (Ritual de Domingo), entre outros.
Institucionalmente, colabora regularmente com o Município de Viseu em design editorial, comunicação de campanhas, eventos e exposições.
Produção gráfica e comunicação da Feira de São Mateus (Viseu Marca).
Relação com o Instituto Politécnico de Viseu como colaborador externo no processo de redesenho da identidade da marca IPV.
No campo empresarial, destaque para as colaborações com o grupo De Lemos/Habidecor, Controlvet, Alva – Research and Consulting, JS Clínica Médica, Beiragel, Incoveca, Restaurantes como Maria Xica e Inprovviso.
Continua a produzir publicações independentes e apresentar espetáculos multidisciplinares, filmes musicados, bandas sonoras, sonoplastia, cenografia, etc...
__

Luís Belo (luisbelo.com)
Fotografia e Vídeo

(n. 1987, Viseu)
O seu percurso académico focou-se na imagem. Em 2008, licencia-se em Artes Plásticas e Multimédia pela Escola Superior de Educação de Viseu. Nos anos seguintes trabalha num alfarrabista enquanto vence vários prémios de fotografia e vídeo. Realiza mais de três dezenas de exposições de ilustração, levando a suas obras a várias cidades do país. O seu trabalho fotográfico é publicado em revistas como a Atual, Ípsilon, O Mundo da Fotografia Digital, Público e outros. Em 2014, vence o maior prémio monetário de ilustração alguma vez realizado em Portugal, o 1.º Concurso de Literatura Infantil do Pingo Doce. Desse prémio resulta a publicação do livro infantil “De onde vêm as bruxas?” pela Aletheia Editores (2014). Mais tarde, ilustra e publica “O que tem a barriga da mãe?”, Editorial Presença (2016) e “Xadrez em Viseu”, Edições Esgotadas (2017).
Está também envolvido na publicação de edições independentes através da Medíocre, projecto que criou e pela qual editou os ensaios fotográficos “Emergir” (2013) e “Cidade Nenhuma” (2015); trabalha como freelancer em design gráfico e ilustração para várias entidades nomeadamente Museu Nacional Grão Vasco, Projecto Património, Ordem dos Advogados, Amarelo Silvestre, entre muitos outros; está envolvido em criações de teatro, por exemplo “Histórias Incendiárias” (2014) com Patrick Murys e “Abílio, Guardador de Abelhas”, com Graeme Pulleyn e Ricardo Augusto. Co-organiza uma mostra de curtas-metragens, Shortcutz Viseu, onde já realizou mais de 90 sessões e contou com duas centenas de convidados. Em 2010, criou o projecto Musiquim com o objectivo de conseguir um registo diferente dos músicos nacionais, lá colaborou com mais de 50 nomes, incluindo Camané, Dead Combo, B Fachada, The Gift, Nuno Prata, Márcia, Samuel Úria etc.
Em 2017, foi desafiado pelo festival de street art Tons da Primavera para, juntamente com Ana Seia de Matos, passar a sua ilustração para a parede, completando uma obra com cerca de 78m2.
__
Luís Augusto Ferreira, CONTRAPONTO
Gestão Financeira do Projecto
Contraponto é a forma actual de um projecto iniciado em ABR1977, pelo ainda responsável máximo das diversas áreas em que intervém.
Assumiu a forma de sociedade em DEZ1990, passando, até à presente data, por várias fases de desenvolvimento.
Apostou sempre no rigor da execução, formação contínua, vanguarda do conhecimento, tecnologia, competência, integridade e responsabilidade.
Constituímos uma solução actual, profissional, eficaz e fiável.
Orientamo-nos por princípios de honestidade, profissionalismo competência e organização.
Mantemos ao longo dos anos, relações estáveis e duradouras, com os nossos clientes e restantes parceiros.
Pesquisa Teatral